EDITORIAL:O ANO DAS INCERTEZAS

Ecrito porRedação em . Postado Editorial

 Aos trancos e barrancos, o ano de 2016 chega ao fim. De forma melancólica, digamos. Pois, com a crise mais que instalada, fica difícil gerar qualquer prognóstico para 2017. A certeza, porém, vem de forma avassaladora: o ano que vem será, ainda, de muitas incertezas e turbulências.

EDITORIAL: MEIAS MUDANÇAS

Ecrito porMeikaru em . Postado Editorial

 Passada a eleição, é época de analisar o comportamento dos eleitores, nesta eleição tão atípica em comparação a pleitos anteriores.

 No campo majoritário, em São Paulo a população mandou um recado claro e objetivo: mudanças já. Se o atual prefeito Fernando Haddad penava para subir nas pesquisas, o adversário direto João Dória escalou de forma assombrosa na intenção de votos. Tanto é assim que levou já no primeiro turno – um resultado até então inédito no município no contexto histórico das últimas eleições.

 Para os orientais, a eleição mostrou que os candidatos que carregam a marca de “representantes da comunidade” não podem mais depender da força coletiva de apenas um segmento para serem eleitos. Precisam mostrar mais. Foi assim com os três nipo-brasileiros eleitos (Aurélio Nomura, George Hato, Masataka Ota), que não se apegaram apenas às associações e entidades. Fizeram um trabalho macro, empunhando bandeiras fortes e aderentes aos eleitores. Trabalharam com temas preponderantes e que fazem com que seus eleitores sintam-se representados.

 Essa assertividade nas campanhas vitoriosas mostra uma clara tendência: é preciso modernizar a maneira de pensar e de agir na política. O dinamismo hoje é fundamental para conquistar o maior número de eleitores, e a palavra “renovação” está mais do que presente. Na bancada nikkei da Câmara Municipal, equilibra-se a experiência com as novas ideias, pois Nomura já vem com um histórico de trabalho. Ota e Hato reelegeram-se para continuar o que começaram no mandato anterior. E, ainda, há o jovem Rodrigo Hayashi Goulart – sangue novo que chega ao parlamento com a experiência do pai (deputado Goulart). Uma bancada equalizada e que promete batalhar pelos anseios não só da comunidade, como da população.

 Sobre as demais candidaturas, infelizmente os descendentes de coreanos e chineses não conseguiram emplacar um representante. Talvez, mais para frente, até mesmo com o próprio amadurecimento como comunidades, seja uma tendência natural serem vitoriosos nas urnas. Enquanto isso, resta cobrar dos eleitos o grande legado dos orientais: trabalho árduo e força de vontade.

Boa leitura.

Editorial: Brinde a novos tempos

Ecrito porRedação em . Postado Editorial

 Após meses intensos de mudanças, rupturas políticas e extrema instabilidade econômica e política, o País deve começar a retomar o crescimento. Pelo menos, é o que esperamos. Já basta de tantas notícias negativas – amenizadas, em parte, pelas Olimpíadas. É hora de colocar o Brasil nos trilhos e caminhar rumo a um futuro menos pior.

 Por isso mesmo, a edição deste mês traz um pouco mais de alegria aos leitores. A matéria especial comemora a chegada da estação do ano mais simpática, quando começamos a ver muitas flores, verde e vida. Sim, é um grande brinde a novos tempos que começam a aparecer às nossas vistas.

 Como não poderia deixar de ser, a primavera chega com atrações não apenas nos jardins e nas ruas. Culturalmente, os eventos que acontecem celebram as novas floradas. É assim com a exposição de flores e plantas, promovida pela Associação dos Floricultores da Região da Via Dutra. Conhecida como “Aflord”, a festividade reúne milhares de pessoas que vão contemplar as floradas e a beleza das flores.

 Também na matéria especial, a redação traz um apanhado geral das principais espécies orientais que hoje estão presentes em muitas casas. E você também pode verificar as peculiaridades e simbologias das flores para os orientais.

 Ainda falando sobre um mundo mais alegre, nesta edição há a cobertura em fotos do maior evento de cultura okinawana do Brasil: o Okinawa Festival. Realizado no começo de agosto, a festividade trouxe toda a riqueza e plasticidade uchinanchu, emocionando o público que compareceu em peso.

Tenha uma boa leitura.

EDITORIAL: O POVO MAIS FELIZ DO MUNDO

Ecrito porMeikaru em . Postado Editorial

O título pode ser meio pretensioso, mas é chamativo. E não deixa de ser verdade, pelo menos para mim: o povo mais feliz do mundo é, sim, o de Okinawa. Não só pela rica cultura ancestral, mas por ter todo um espírito de união e preservação de valores. Neste ano, acontece em outubro o encontro mundial de okinawanos, reunindo milhares de pessoas do mundo todo. Por aqui, em agosto, também acontece uma grande confraternização: o “Okinawa Festival”, um dos eventos mais aguardados pela comunidade nipo-brasileira.

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